quarta-feira, 9 de julho de 2008

Embriagado

Temo tanto o despertar de uma paixão que volto a me jogar nas palavras. Nasceu uma admiração tamanha que beira a idealização. O filho de Ares é guerreiro sábio e me encanta mesmo na ausência. Me faz escrever sobre ele, ouvir a mesma canção repetidas vezes e me sentir cada vez mais ridículo. Me sinto extremamente infantil...platonicamente perdido. Odeio as idéias...preferi sempre ser mais aristotélico. Me perco num mar no qual eu creia saber nadar. O mar de emoções me afoga em sonhos e torno-me cada vez mais ingênuo. Não sei se devo arriscar. Perdi meus escudos e Afrodite só me confunde. Não sabendo como proceder deixo-me afogar. Iluminado pela lua vou lentamente deixando a água penetrar nos pulmões e me perco no labirinto onírico. Os sonhos me embriagam e consolam iludindo os sentidos. É o fado de um apaixonado. Não há outra escolha. E assim termino, confessional como ele mesmo diz.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Retorno (?)

Sopra do sul nova tempestade para atordoar a passividade dos dias cinzas e escuros. Um vento gélido arrasta a monotonia e perverte a memória.
Com ansiedade e prevendo novas batalhas espero a tempesdade chegar. Outro Ares vem me arrancar brutamente da solidão. Temo...mas o masoquismo é mais forte que o medo. Está fadado a sofrer novamento o filho de Afrodite.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Simples

Uma Luz
Um renascimento
Um novo horizonte
Tudo graças ao surrealismo de um resgate.
As surpresas da vida.